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O líder para gestão de casas de longa permanência deve ter atitudes proativas, racionais e profissionais, não é mesmo!? A questão é que os gestores podem não ter atenção nisso e sofrer as consequências dessa falta.

No caso específico da liderança, é preciso não deixar a vaidade tomar conta e acredite: é dos maiores riscos. Ou seja, se o líder for vaidoso e deixar de ouvir a equipe de trabalho, os resultados podem piorar bastante.

É chegada a hora e o momento de entender que o líder para gestão de casas de longa permanência deve ter. Portanto, confira a seguir todas as informações para que a liderança traga os melhores resultados internos.

O que o líder para gestão de casa de longa permanência deve fazer?

Em primeiro lugar, cada líder é livre para fazer o que quiser e é fundamental entender uma questão: os efeitos das escolhas podem tornar a gestão refém. Sendo assim, quando alguém erra, aquele efeito pode permanecer presente.

Os liderados tendem a replicar as atitudes que os líderes têm e lembre-se: a simbiose está presente. O mais importante é que o líder para gestão de casas de longa permanência tenha conhecimento dessas informações.

Para gerir corretamente, há apenas um caminho: entender a equipe de trabalho e proceder em seguida. Veja abaixo os três estágios que a equipe de trabalho pode estar e como a liderança deve agir em cada uma delas.

Equipe sem treinamento: Use a autoridade, mas “pero no mucho”

É necessário, à primeira vista, reconhecer as características que a equipe tem e não duvide: é o primeiro estilo para liderar. Bem como, nem adianta querer apenas mandar e pode ser perigoso, além de desmotivar o grupo.

O líder para gestão de casas de longa permanência deve usar a favor do negócio a autoridade, mas com ressalvas. Para entender do que se trata, é importante conferir um exemplo e a veja abaixo uma situação comum:

  • A liderança identifica que os colaboradores não estão bem treinados e decide passar as tarefas que devem ser executadas;
  • Da mesma forma, tarefa por tarefa é explicada e o líder explica o motivo para que aquilo deva ser feito;
  • Os liderados percebem aquilo e respeitam a autoridade que o líder tem, porém existe uma linha tênue entre o respeito e o temor;
  • Com o tempo, o time de trabalho se acostuma e o rendimento tende a aumentar, mas apenas se a autoridade for usada com moderação.

Responda com sinceridade: você acha que o líder deve impor algo por meio do meio dos colaboradores? Definitivamente que não, pois é necessário ter a capacidade de “arrastar” a equipe pelo respeito que os liderados tem por ele.

A opção mais indicada é que o líder para gestão de casas de longa permanência treine a equipe de trabalho. O treinamento é crucial para que a liderança possa ser mais democrática e com participação de todos.

Equipe treinado: Utilize a democracia para informar o que será feito

Quando o time está sem treinamento, conforme mostrado acima, é primordial treiná-lo e fazê-lo entender a participação que tem. Sob o mesmo ponto de vista, a democracia é caracterizada por ter regras e dar liberdade a todos.

Certamente que é algo positivo e ser bem ao líder para gestão de casas de longa permanência. Contudo, é preciso entender por meio de um exemplo como esse processo é realizado e a seguir confira do que se trata:

  • Primeiramente, o líder treinou a equipe e focou o treino em passar todas as informações, de acordo com a proposta interna;
  • Cada membro recebeu o treinamento e teve novos aprendizados, mas se sentiram prontos para aplicar na prática;
  • O líder, então, decide informar sobre as atividades que devem ser executadas por esse negócio;
  • Posteriormente, cada lembro da equipe informa a opinião que tem sobre cada tarefa que será realizada;
  • Os liderados participam de todo o processo e se sentem livres para interagir com a liderança sobre tudo;
  • O perfil do líder é ouvir tudo, assimilar as informações e decidir com a participação de todos, porém a decisão ainda é do líder.

Lembre-se: a gestão deve ser realizada de acordo com a equipe de trabalho, e não de outra maneira. Um dos maiores erros é querer impor um estilo e deixar de considerar o perfil que o time tem, porque costuma dar errado.

A melhor opção é que o líder reconheça os colaboradores e treine o time, independente daquilo que possa vir a acontecer. Assim, se o treinamento for útil e o time estiver bem preparado, é possível passar para o próximo estilo.

Equipe bem-treinado e entrosado: Dê liberdade e autonomia para cada membro dessa equipe

Se o time for bem-treinado, concorda que já passou pela etapa de ter um líder mais rígido e, depois, democrático!? Então, é importante passar para o terceiro estágio e se trata de dar liberdade para a equipe de trabalho.

A autonomia deve estar presente e o foco é simples: fazer com que cada um tenha capacidade de escolher o que é melhor. Do mesmo modo, é preciso entender como funciona e por meio de um exemplo é mais simples, confira:

  • A casa de longa permanência resolveu abrir atendimento home care e designou alguns colaboradores para trabalhar assim;
  • Em seguida, cada colaborador decidiu o que ia fazer e informou a liderança sobre as opções que foram realizadas;
  • O líder não retruca e tem uma postura de confiança, porque deu autonomia para o time de trabalho;
  • Os colaboradores pensam por si só e só agem assim por um motivo: foram treinados previamente para proceder assim.

Fica claro um fato: é importante ter atenção e conferir se a equipe realmente tem condição de decidir por si. Se a resposta for positiva, basta seguir em frente e fazer com que o negócio tenha os resultados almejados no início.

Por fim, o líder para gestão de casas de longa permanência deve sempre analisar o time de trabalho. Dessa forma, a tendência natural é de aproveitar as oportunidades e melhorar bastante a liderança interna do negócio.